Em certas zonas rurais surge-nos a ideia de uma existência remota de cursos de água que transformaram pedras em seixos.
Alguns apresentam formas irresistíveis e convidativas à recolha.
Trazer para casa um pouco dessa natureza e (porque não?) dar-lhe a forma e a côr que ela nos sugere pode transformar-se numa peça decorativa.
Nesta pedra pintei a Capela da Nª Srª da Rocha.
Também podemos encontrar xistos que apresentam cores e texturas lindas
Nos xistos podemos inspirar-nos nos relevos e pintarmos as tradicionais casas algarvias rurais.
Estas tinham as características de serem caiadas a cal e feitas em taipa (uma massa obtida de terra e pedra moida) o que lhes conferia um aspecto tosco e irregular.
Esta, com características de pedra do rio, inspirou-me o típico farol debruçado sobre o mar.
As casas serranas, como as de Monchique eram construidas em sucalcos debruçados sobre a serra.
Aqui uma casa típica já com algumas alterações onde se acrescentou um pequeno terraço.

Uma pedra pintada também pode transformar-se num bonito chaveiro.
(Mais uma paisagem algarvia)
Esta "pedra do rio" apresenta a chaminé setecentista de Porches
povoação uma pequena casa, utilizada num museu inactivo, contém esta maravilha rara:
Uma chaminé com duas vistas diferentes; do lado poente, com o desenho de uma mulher de braços abertos sobre a imagem de uma roda de carroça. Do lado nascente a chaminé é maior e tem o desenho de uma roda de carroça maior. Estas rodas servem de respiradouro.
Paisagem urbana
(inspirada numa pequena vila algarvia)
Uma janela típica da região algavia
Nas casas mais próximas da costa podemos ainda ver algumas chaminés típicas que foram perservadas e onde pousam gaivotas
Nas chaminés das antigas fábricas as poucas cegonhas que ainda existem constroem os seus ninhos
Esta é uma casa inspirada numa paisagem do barrocal algarvio
A beleza das amendoeiras em flor decoram qualquer paisagem...
...E conferem um brilho especial a uma chaminé típica.
Mais uma representação da Capela da Nª Srª da Rocha